O que aprendi com meus heróis

Tenho vários heróis. Vários foram os personagens (da vida real ou da imaginação) que, num determinado momento, disseram algo que eu devia ouvir no momento em que precisava daquela mensagem. Ou então fizeram algo que me fez pensar nas minhas próprias ações, e serviram de espelho para meus defeitos, minhas conquistas, minha humanidade.

 

São muitos mesmo, os heróis. Mas escolho, hoje, um grupo de pessoas.

 

Joey, Chandler, Monica, Rachel, Ross e Phoebe são inventados e por isso mesmo absurdamente reais. Com diversos amigos já passei bons minutos conversando a respeito das características dos personagens, e quem da vida real seria mais parecido com quem da ficção, e especulando quais os rumos da vida deles de uma temporada para outra, e, também, apenas dando risada das situações representadas.

 

Muitas coisas eu aprendi assistindo a Friends.

 

Aprendi que é possível ser adulto ser ser sisudo e sério (como eu via os adultos quando ainda não era uma). Aliás, que mesmo sendo adulto, você ainda vai fazer coisas bobas, e divertidas, e dar muitas cabeçadas em diversas paredes até achar o seu caminho.

 

Aprendi também que referências comuns aproximam as pessoas. Como uma linguagem cifrada entre as pessoas. Por muito tempo um amigo meu e eu ríamos muito quando um de nós dizia “Chanandler Bang!” e o outro respondia, automaticamente, “MISS Chanandler Bang”.

 

Quando Ross e Rachel brigaram, e vários foram os capítulos em que ele dizia, com um nível alto de indignação, “we were on a break”, para justificar uma determinada atitude, eu consegui ver como a comunicação é importante, e que nem sempre o que eu digo vai ser compreendido da maneira que gostaria.

 

Quando Monica e o Chandler começaram a namorar, quando o que era um one-night-stand entre amigos bêbados virou uma paixão para depois se transformar em amor, percebi que sempre há algo de novo para descobrir nas pessoas, mesmo que basta, para isso, uma mudança no meu olhar.

 

Quando a Phoebe foi correr no parque, e saiu feito uma louquinha sem coordenação motora, aprendi que o imperfeito pode ser divertido. Muito divertido. E que não importa tanto o que os outros pensam a respeito do que eu faço ou de como eu faço. Nem importa tanto que esteja certa, desde que seja divertido.

 

(Assista aqui: The one where Phoebe runs, a partir do minuto 5, abaixo do sinal de download tem uma telinha, é só clicar em play)

 

O que o Joey me ensinou? Fácil: how you doin’?

😉

 

howyoudoin?

 

Este post faz parte do Meme de Janeiro, uma iniciativa das interneteiras do LuluzinhaCamp, que tem como única intenção, a diversão. Porque somos blogueiras e adoramos blogar, simples assim. Se você tem blog, corre para participar, clique aqui e saiba mais.

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